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terça-feira, 23 de julho de 2013

CASA CONSTRUÍDA COM ESCOMBROS.

O principal material de construção utilizado para construir a "Quinta da Baronesa" (nome dado à casa), foram os tijolos resgatados dos escombros da demolição de outra edificação.

Leia a matéria completa clicando aqui!

sábado, 1 de junho de 2013

Desperdício de materiais e falta de qualificação encarecem obra em 30%

A falta de um trabalhador capacitado afeta diretamente o custo de obras, acarretando problemas como atrasos na entrega, gasto excessivo com materiais e muitas vezes o retrabalho por conta de projetos mal executados. Esta é uma realidade vivenciada pelo construtor doméstico e também por grandes empresários do ramo. Segundo a vice-presidente do Instituto da Construção, Rebeca Pinto, o Brasil enfrenta um problema cultural, já que historicamente as pessoas não priorizam a qualificação nestes setores. “Na maioria das situações o aprendizado ocorre na própria obra, o que multiplica condutas equivocadas e vícios comportamentais”, explica. Para ela, a carência de métodos e o conhecimento sobre matéria prima deveriam ser básicos para qualquer profissional que busque melhor performance e o desenvolvimento de um trabalho com qualidade.

Apesar de identificar o problema no canteiro de obra, muitas empresas contratam profissionais mesmo sabendo que não possuem qualificação necessária, pois existe uma grande carência de profissionais. “Temos parcerias com empresários que estão investindo na capacitação de sua força de trabalho e com isso economizando até 30% no custo final da obra.”

Para a especialista, além de tornar a obra mais eficiente e com maior qualidade, a qualificação profissional ajuda a minimizar o acúmulo de entulho, pois o desperdício de material é muito baixo. "Geralmente o desperdício e outros gastos acontecem pelos maus hábitos da própria mão de obra. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, a cada três casas construídas, o volume de entulho produzido seria o suficiente para construir mais um imóvel."

Formação de profissionais é escassa no mercado

Recente pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que somente 17,8% dos trabalhadores ocupados na construção civil frequentaram cursos de educação profissional. De 16 setores analisados na pesquisa, os com menor proporção de pessoas formadas são de agronegócio (7%), outros (13,54%) e construção civil (17,8%).

David explica que a solução para este problema são os cursos profissionalizantes que fazem com que os trabalhadores cheguem ao mercado aptos a executar seus trabalhos, conscientes e livre de vícios. "A contratação desses profissionais é imprescindível para que não haja desperdício de materiais, falhas na construção, retrabalho e atrasos na entrega das obras".

Com mensalidades que variam de R$ 99 a R$ 250, o Instituto da Construção atinge principalmente os trabalhadores das classes C, D e E, oferecendo cursos com grades modulares e flexíveis, com alternativas no período da noite e aos sábados. Ao finalizar cada curso, o aluno recebe um certificado. Entre os cursos oferecidos estão o de Instalador de Alvenaria Azulejista e Revestidor, Gesso Acartonado, Eletricista Instalador, Pintor de Obras, Decoração Residencial, Pereirão, Paisagismo, Mestre de Obras, Jardinagem e Instalador Hidráulico. Todos eles possuem como conteúdo comum as matérias Primeiros Socorros, Meio Ambiente, Segurança no Trabalho (Normas NR8 e NR10) e Organização Financeira. A rede pretende ainda lançar mais 30 cursos em 2013.


Do site: www.obra24horas.com.br

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

SITES RECOMENDADOS

Atualizamos nossa lista de sites recomendados. Confira!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O FUTURO DA ARQUITETURA ESTÁ NOS MATERIAIS TRADICIONAIS

"Casas Mariposa"
[...] "A tendência é criar habitats que não exerçam domínio sobre a natureza e sim que se convertam em parte dela.  Um exemplo interessante é o projeto denominado como "Casas Mariposa" (“Soe Ker Tie Hias” em idioma tailandes) desenhado por TYIN Tegnestue, um  grupo de estudantes de arquitetura que trabalham sem fins lucrativos. Este projeto de vivenda, localizado em Noh Bo, Tak, Tailândia, consiste em uma série de casas pré-fabricadas de bambú, cobertas com telhados rebatíveis ou “asas de mariposa”, que ao mesmo tempo que permitem uma eficaz ventilação, recolhem as águas pluviais para sua posterior reciclagem. Estas casas de dimensões mínimas, concebidas segundo métodos tradicionais, foram pré-fabricadas e montadas no local." [...]

Leia na íntegra clicando aqui.

Tradução: Cristian Iribarrem
Fonte: www.arq.com.mx

terça-feira, 31 de maio de 2011

TELHADO BRANCO OU VERDE?

São Paulo tem de decidir entre obrigatoriedade por telhado branco ou "verde"

Dois Projetos de Lei, cada um sobre um tipo de cobertura, tramitam simultaneamente na Câmara Municipal com o objetivo de melhorar o conforto ambiental dos imóveis.



Quer saber mais? Clique aqui.

Fonte: www.piniweb.com.br

sábado, 2 de maio de 2009

PESQUISA INDICA QUE BANHO DE CHUVEIRO ELÉTRICO É MAIS BARATO

O apelo econômico de soluções alternativas para um banho quente pode estar com os dias contados. Uma pesquisa elaborada pelo Cirra (Centro Internacional de Referência em Reúso de Água) apontou o chuveiro elétrico como a opção mais econômica, quando considerados os gastos com energia elétrica ou gás mais a água.A pesquisa deverá ser concluída apenas em janeiro de 2010. Apesar disso, os resultados preliminares dos três primeiros meses demonstram que um banho de oito minutos com chuveiro elétrico custa R$ 0,22 contra R$ 0,35 do sistema solar, R$ 0,58 do aquecimento a gás e R$ 0,78 do aquecedor de acumulação elétrico (boiler). Respectivamente, os usos alternativos são 59%, 164% e 255% mais caros do que com chuveiro elétrico. O estudo recebeu o nome de "Avaliação do consumo de insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico".O estudo leva em consideração custo de água, energia elétrica e gás, custo de cada equipamento utilizado e custo de instalação. Os valores referentes à água, energia elétrica e gás são considerados para São Paulo e não estão inclusos impostos como Pis/Pasep, Cofins, ICMS. Neste estudo também não foram considerados custos de tubos e conexões para água quente e fria e material elétrico utilizado na instalação do sistema experimental. O resultado parcial está baseado nos dados obtidos no primeiro trimestre deste ano, em que houve diversas variações de temperatura.O professor e coordenador do trabalho, Ivanildo Hespanhol, afirma que um dos principais fatores que fazem essa equação penderem para o lado do chuveiro elétrico é o consumo de água. A água perdida no início do banho até se atingir a temperatura ideal no chuveiro elétrico foi registrada como zero. No sistema solar ou boiler elétrico a perda é de 5 litros e no aquecedor a gás, 4,5 litros.Nos primeiros meses da pesquisa, o chuveiro elétrico apresentou um consumo de 4 litros de água por minuto contra 8,7 litros por minuto do solar (consumo 118% maior), 9,1 do sistema a gás (128%) e 8,4 do boiler elétrico (+110%). O sistema híbrido (solar com chuveiro elétrico) apresentou um desempenho semelhante ao chuveiro elétrico, com 4,1 litros por minuto.A medição é realizada em seis pontos de banho instalados no vestiário dos funcionários da USP (Universidade de São Paulo). São dois pontos com chuveiros elétricos, um com aquecedor a gás, um alimentado por sistema solar, um híbrido (solar de baixo custo comchuveiro elétrico) e um boiler. Até janeiro de 2010, os funcionários voluntários divididos em grupos tomarão banhos nos pontos determinados. A cada três meses, os grupos passarão de um ponto para outro.Para Vera Hachich, membro do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), a pesquisa deve ser analisada com cautela. "O estudo ainda não terminou e os profissionais são sérios. Além disso, seria importante analisar todo o ciclo de vida e o custo dos elementos envolvidos, como o de construção de uma hidrelétrica", pondera.Fonte: PINIweb