segunda-feira, 22 de abril de 2013
Engenheiros e arquitetos da Caixa se posicionam sobre problemas do Minha Casa, Minha Vida
Nota de Esclarecimento
A Caixa Econômica Federal é uma empresa pública que se destaca no mercado como agente executor das políticas públicas. Dentre os muitos programas do Governo Federal o que mais vem se destacando é o Minha Casa Minha Vida, pela abrangência. São mais de 2 milhões e 500 mil unidades habitacionais contratadas, sendo que destas mais de 1 milhão e 300 mil já foram entregues, atendendo a famílias de várias faixas de renda em todo o país.
Para viabilizar este volume de contratações a Caixa conta com um vasto quadro profissional, formado por engenheiros e arquitetos qualificados, muitos deles especialistas em diversas áreas. Além da observação da ética e dos normativos internos, estes profissionais também atentam para as normas técnicas vigentes.
A responsabilidade deste quadro técnico é analisar a viabilidade financeira dos empreendimentos, verificando o enquadramento nos parâmetros dos respectivos programas, observando a coerência dos valores, em prol dos recursos públicos envolvidos, sem a assunção de responsabilidade pelos projetos e pela execução, uma vez que estas obrigações cabem legalmente aos respectivos responsáveis técnicos e às empresas construtoras.
O posterior acompanhamento periódico da execução das obras, destina-se à verificação da evolução física das mesmas, para efeito de liberação de recursos.
Esta atuação da Caixa e dos profissionais a ela ligados é reconhecida pelo mercado, pela população e pelos órgãos de controle como um fator essencial à correta aplicação dos recursos públicos.
Porém, como ocorre em qualquer atividade humana, a construção civil não é isenta de riscos e nem imune a erros e fatalidades. Além dos fatores externos, o fato de não ser um produto único e nem industrializado, envolvendo diversas fases de execução, possibilita o surgimento fortuito de falhas que, entretanto, na maioria das vezes, são identificadas e as próprias construtoras buscam, de imediato, sanar.
No recente caso do Rio de Janeiro, no qual dois prédios foram demolidos, mesmo sem o laudo conclusivo,ainda não emitido, os indícios levam a crer tratar-se de uma fatalidade para a qual contribuíram diversos fatores, inclusive externos, dentre eles o anormal volume de chuvas e as características do local.
As causas, com certeza, serão identificadas. Porém, cabe ressaltar que o caso é uma exceção. Mesmo somados os casos menos graves, passíveis de rápida solução, o montante representa parcela ínfima das unidades já entregues no Programa Minha Casa Minha Vida.
Lamentável em todos os sentidos, mas inerentes à atividade, a Caixa, concomitantemente com seus profissionais e parceiros, vem buscando a solução dos problemas e continuamente aprimorando os processos internos, constantemente avaliados.
Ciente da vitrine representada pelo programa Minha Casa Minha Vida, a Caixa, seus profissionais de engenharia e arquitetura e a entidade que os representa lamentam o corrido e reforçam o compromisso com a população no sentido de trabalhar dentro da boa técnica, em busca permanente da qualidade e da satisfação dos usuários.
ANEAC - Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa Econômica Federal
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terça-feira, 16 de abril de 2013
Ex-servidores do Ministério das Cidades fraudam Minha Casa, Minha Vida
Mais um episódio de fraude do Programa MCMV. Lamentável.
Clique aqui e leia no site Amigos de Pelotas.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
Governo zera IPI de painéis de madeira
O governo publicou no Diário Oficial da União redução temporária para zero nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de alguns produtos relacionados a painéis de madeira e de laminados para revestimento, segundo decreto publicado nesta segunda-feira (20/08).
A redução na tributação é válida até 30 de setembro e envolve produtos como painéis de fibra de madeira e laminados de politereftalato de etileno (PET) para revestimento.
"Ficam reduzidas a zero, até 30 de setembro de 2012, as alíquotas relativas aos produtos", afirma o decreto.
A publicação ocorre depois que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou no final de junho a prorrogação da vigência de redução do IPI sobre linha branca, móveis, luminárias, laminados e papel de parede, na tentativa de estimular a economia do país. Na ocasião o ministro, disse que havia intenção do governo em incluir na redução painéis de madeira, que teriam alíquota baixada de 15% para zero.
Fonte:www.uol.com.br
A redução na tributação é válida até 30 de setembro e envolve produtos como painéis de fibra de madeira e laminados de politereftalato de etileno (PET) para revestimento.
"Ficam reduzidas a zero, até 30 de setembro de 2012, as alíquotas relativas aos produtos", afirma o decreto.
A publicação ocorre depois que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou no final de junho a prorrogação da vigência de redução do IPI sobre linha branca, móveis, luminárias, laminados e papel de parede, na tentativa de estimular a economia do país. Na ocasião o ministro, disse que havia intenção do governo em incluir na redução painéis de madeira, que teriam alíquota baixada de 15% para zero.
Fonte:www.uol.com.br
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
NOVO ENDEREÇO
Rua Gen. Osório, 1173 - Sala 5
Spatium Profissional
Canguçu-RS
Horário de Atendimento:
9:00 - 11:30
13:30 - 17:00
Atendemos em todas as cidades da região sul.
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
RETOMADA
Em virtude do contínuo acesso de visitantes ao Blog e apesar de estarmos atualizando somente a página no Facebook, estamos analisando a volta das publicações aqui novamente.
Até breve!
Até breve!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Recebemos o seguinte comentário anônimo:
"Por favor, informe-se melhor antes de passar informações erroneas! As taxas do Crea baixaram assim como as anuidades aumentaram! Peço encarecidamente que você se atualize antes de passar informações equivocadas e que pode acabar causando algum transtorno. Não leve a mal o cometário, é apenas para que voce corrija esses valores!"
"Os novos valores de Anotação de Responsabilidade Técnica, anuidades e a relação com os arquitetos, que por meio da Lei 12.378/10 têm seu próprio Conselho de representação profissional, foram alguns dos temas tratados na reunião que ocorreu dia 3 de janeiro, em Brasília, entre o novo presidente do Confea, Eng. Civil José Tadeu da Silva, e o presidente reeleito do CREA-RS, Eng. Civil Luiz Alcides Capoani. José Tadeu mostrouse “preocupado” em estabelecer uma nova forma de convívio profissional com os Arquitetos:
“Administrativamente eles já estão desvinculados do Sistema, precisamos definir como será o relacionamento profissional entre o CAU e o Confea, que agora passa a se chamar Conselho Federal de Engenharia e Agronomia”, destacou. Com relação aos valores de ART, taxas e anuidades, José Tadeu analisa as decisões que aprovadas em novembro pelo plenário do Confea, estipulam os valores a serem cobrados. Para ele, “é preciso projetar os impactos financeiros que alcançarão os regionais em função da saída dos arquitetos e os novos valores, para projetar um plano de trabalho que possa ser concretizado durante o ano”.
Com informações do Confea"
"Por favor, informe-se melhor antes de passar informações erroneas! As taxas do Crea baixaram assim como as anuidades aumentaram! Peço encarecidamente que você se atualize antes de passar informações equivocadas e que pode acabar causando algum transtorno. Não leve a mal o cometário, é apenas para que voce corrija esses valores!"
Informamos que na Coluna Semanal do CREA nº 469 de 06/01/12 a 12/01/12, consultando o link sobre valores de anuidades e taxas, estão disponíveis exatamente os valores publicados na postagem anterior. Se existe alguma informação errônea, deve-se responsabilizar a fonte primária. Novos valores de anuidade e taxas, foram tema de reunião no CONFEA, somente isso. Deixo aqui a notícia sobre essa repentina mudança de postura publicada na mesma Coluna:
“Administrativamente eles já estão desvinculados do Sistema, precisamos definir como será o relacionamento profissional entre o CAU e o Confea, que agora passa a se chamar Conselho Federal de Engenharia e Agronomia”, destacou. Com relação aos valores de ART, taxas e anuidades, José Tadeu analisa as decisões que aprovadas em novembro pelo plenário do Confea, estipulam os valores a serem cobrados. Para ele, “é preciso projetar os impactos financeiros que alcançarão os regionais em função da saída dos arquitetos e os novos valores, para projetar um plano de trabalho que possa ser concretizado durante o ano”.
Com informações do Confea"
Clique aqui e leia a Coluna Semanal nº 469
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
ARQUITETOS DEIXAM O CREA, CRIAM CONSELHO PRÓPRIO E REDUZEM TAXAS PARA CONSTRUÇÃO
Com a criação do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), aprovado em 2010 e em funcionamento desde o início de 2012, surge uma alternativa para as altas taxas cobradas pelo sistema CREA. Para obras, que no CREA se pagaria, conforme a área construída, de R$ 33,00 (até 40m²) até R$ 833,00, agora com o CAU, teremos taxa única de R$ 63,32 pela responsabilidade técnica total da obra, ou seja, uma economia de até 92%.
CAU - O Conselho dos Arquitetos.
CAU - O Conselho dos Arquitetos.
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sábado, 7 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
PREÇO DE TERRENOS ATRAPALHA O MCMV
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