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terça-feira, 17 de novembro de 2009

PROJETOS PADRÃO DA CAZA ARQUITETURA



Desenvolvemos dois modelos de projetos. Indicados para quem procura rapidez no encaminhamento de financiamentos habitacionais e não quer ter surpresa durante a obra.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

ARQUITETURA CONTRA O CRIME

Engenheiros e arquitetos podem dar uma contribuição decisiva para a segurança pública. Isso porque observar alguns detalhes no momento de planejar intervenções no espaço urbano pode diminuir a probabilidade de ocorrência de delitos e aumentar a sensação de segurança das pessoas. Trata-se do conceito de Arquitetura Contra o Crime, usado há muitos anos em países desenvolvidos, principalmente a Inglaterra. Para verificar se o conceito era adaptável à realidade brasileira, o coronel da polícia militar do Paraná Roberson Luiz Bondaruk pesquisou casas e lojas com maior número de roubos e furtos, além de ruas e praças onde o nível de criminalidade era mais elevado e entrevistou 287 presos que cumpriam pena por crimes contra o patrimônio no Departamento Penitenciário do Paraná.

“Com apoio de psicólogas e assistentes sociais, constatamos que as estratégias da Arquitetura Contra o Crime são altamente interessantes para a segurança em nosso país”, afirmou Bondaruk. Dos presos pesquisados, 36% disseram que optam por locais onde há menor trânsito de pessoas para praticar o roubo ou o furto e 30% procuram locais onde há obstáculos que dificultam a visão de testemunhas. Outros fatores apontados pelos entrevistados como facilitadores da ação criminosa são menor trânsito de veículos; menor claridade e obstáculos a serem transpostos.

O estudo, intitulado ”A influência do espaço urbano nos índices de criminalidade”, revelou também que 71% dos criminosos entrevistados preferem assaltar casas cercadas por muros altos. “Segundo eles, o muro facilita a transposição para dentro da casa, além de permitir que se aproximem sem ser vistos e depois, estando dentro da residência, que ajam com mais tranquilidade, pois vizinhos e passantes não podem ver o que acontece”, explicou. “A visibilidade é a melhor política de segurança”.

Nem sempre é fácil convencer as pessoas desse conceito. A arquiteta e urbanista Ana Karine Batista de Souza, conselheira federal do Confea pelo estado do Piauí, procura mostrar alternativas, mas nem sempre elas são bem aceitas. “Geralmente, os moradores querem muros, de preferência o mais alto possível”, afirma. Quando não é possível demover a pessoa que vai construir da ideia de cercar a casa com muro, a arquiteta procura pelo menos evitar detalhes na construção que possam servir de escada, por exemplo. Segundo ela, há vários detalhes que podem ser observados para aumentar a sensação de segurança, como esquadrias com grades, vidros jateados (em vez de película) e um bom sistema de iluminação externa.

A questão da iluminação inclusive é um dos tópicos mais importantes do estudo de Bondaruk. “A luz faz as pessoas se sentirem mais seguras, principalmente à noite, em função da sensação de controle visual do que ocorre à sua volta”, explica. “É preciso que as construções e as árvores estejam em harmonia com a iluminação, para não gerar sombras e locais de emboscada”. A vegetação próxima à residência, portanto, não deve ser muito densa, porque isso limita a visibilidade e pode permitir que pessoas mal intencionadas se escondam para abordar a vítima no momento em que ela estiver mais desprevenida.

Segurança

Ao construir sua casa, no Lago Norte, em Brasília, Peterson Luís Cardoso esteve atento a detalhes que poderiam aumentar a segurança de sua família desde a fase do projeto. Mesmo sem conhecer os conceitos da Arquitetura Contra o Crime, ele acertou em diversos detalhes, como o aumento da visibilidade de fora para dentro do lote e de dentro para fora. “Procuramos não deixar nenhum ponto cego, de forma que alguém pudesse se aproximar da casa sem ser visto ou se esconder para nos abordar de surpresa”, explicou Peterson. Para definir os detalhes de segurança, ele conta que tentou entender como alguém mal intencionado poderia agir e, assim, tentou neutralizar possíveis abordagens.

Os conceitos de Arquitetura Contra o Crime também valem para espaços públicos. Nesses locais, o paisagismo pode se tornar tanto um aliado como um vilão quando o assunto é segurança. Árvores com galhos mais baixos e arbustos sempre aparados melhoram a visibilidade do local e propiciam mais segurança. “É importante também inserir usos no local, como quiosques e bancas para o comércio, ou atividades para a comunidade, como quadras para a prática de esportes, por exemplo. Praças que são apenas campos gramados acabam sendo pouco frequentadas e isso facilita o mau uso do local ou sua depredação”, disse o autor do estudo.

Conheça alguns erros comuns na hora de definir o projeto da moradia:

(1) Muros altos, acima da altura da cabeça de uma pessoa normal, obstruem totalmente a visão da rua e vice-versa;
(2) Suporte de lixo encostado no muro, serve como degrau para transpor o muro ou andar por cima dele;
(3) Portões “cegos”;
(4) Muro em rampa, pode servir como acesso ao pavimento superior;
(5) Arborização reduzindo a visibilidade, eliminando a visão da janela;
(6) Telhado da garagem obstrui a visão do pavimento inferior e serve como rampa de acesso para o pavimento superior;
(7) Sacadas encostadas na lateral. Permitem acesso caminhando por sobre o muro ou vindo por cima do telhado do vizinho;
(8) Janelas do pavimento superior, desprovidas de proteção adicional, aparentemente frágeis, normalmente de alumínio, com vidros amplos e sem divisões de reforço;
(9) Caixa de luz, do lado do vizinho, saliente, junto ao portão e de fácil acesso, possibilita atingir a sacada da casa ao lado, escalando o telhado da garagem ou subindo por sobre o muro até ela.

Mariana Silva
Assessoria de Comunicação do Confea

terça-feira, 16 de junho de 2009

Vilanova Artigas

Carta ao cliente

Confesso que não me assustei muito ao ler sua carta contando o resultado da conferência para autorização de um projeto para o São Lucas. Estas coisas acontecem sempre porque, por falta de costume, quem constrói, nem sempre avalia o plano de como deveria fazê-lo. Se eu insisto em aconselhá-lo mais uma vez para que consiga um arquiteto para dirigir os trabalhos de seu hospital, não é somente porque desejo muito trabalhar para um hospital modelo, mas porque, e principalmente porque, não posso crer que uma obra, da importância da sua, possa nascer sem estudo prévio. É vezo brasileiro fazer as coisas sem plano inicial perfeitamente elaborado; quando se pergunta sobre como ficarão estes e aqueles pormenores, a resposta é sempre a mesma: Ah! Isso depois, na hora, veremos.

Assim fazem-se as casas, os prédios, as cidades; nesse empirismo vive a lavoura, a indústria e o próprio governo. O planejamento, mercadoria altamente valorizada em todo mundo para qualquer realização, não encontrará entre nós o ambiente propício enquanto nós moços não nos capacitarmos da sua necessidade imprescindível. Poderia continuar conversando com você sobre a grande vantagem de planejar com antecedência, até amanhã, sem esgotar todos os argumentos e provavelmente terminaria por dizer que é até demonstração de patriotismo e inteligência. Mas com isso não convenceríamos ninguém; talvez muito mais vantajoso seria confinar a discussão entre os limites das vantagens particulares, individuais de aplicar o método. Então vejamos. A pergunta é sempre a mesma; -"que vantagem poderíamos ter em gastar CR$ 65.000,00 em um projeto somente? O projeto não é o prédio; muito pelo contrário, somente uma despesa a mais! Contratando a construção o projeto viria de graça, feito pelo próprio construtor e nós economizaríamos 5% sobre o valor do prédio. Com esses 5%, no caso de querermos gastá-lo, até poderíamos melhorar algumas condições do edifício; enriquecer alguns materiais etc..."

Garanto que os argumentos acima lhe foram expostos mais de uma vez. São os que sempre vejo empregados em ocasiões dessas e nunca mudam. São também os mais fáceis de rebater e os menos inteligentes.

Senão vejamos: "...O projeto sempre custa alguma coisa. O construtor que o fizer terá, sem dúvida que empregar engenheiros e desenhistas para isso. Terá de empregar gente para calcular concreto, para calcular aquecimento, eletricidade, etc... O construtor cobrará essa despesa do proprietário através da comissão para a construção. Tanto isso é verdade que, se você apresentar aos construtores um projeto completamente pronto, ele cobrará percentagem menor para a construção porque dirá, "não terei despesas no escritório". Suponhamos que a taxa de honorários para a construção seja de 10 a 12%, inclusive o projeto. Se você der o projeto, encontrará quem lhe faça por 6 ou 8%. Daí você conclui que o projeto que você pagou ao arquiteto 5%, já representa nessa ocasião somente 1% ou 2% a mais do que o preço geralmente previsto.

Mas eu desejo provar que o plano geral, feito com antecedência, é economia e não despesa. Então vamos continuar. Ninguém pode negar, nenhum construtor, nenhum cliente, que o projeto feito pelo técnico, contém em si uma previsão maior dos diversos detalhes do que o projeto rabiscado pelo construtor e verificado pelo proprietário. Faça uma experiência. Tome um plano que esteja em início de construção e pergunte a quem o dirige: por onde passam os canos de aquecimento? Por onde passam os canos de esgoto? O senhor vai fazer antes isso ou aquilo? Garanto que não sabem.

Responderão: "provavelmente passarão por aqui ou ali, farei isto ou aquilo antes. Se na ocasião de executar um serviço, verificar-se um contratempo qualquer, um cano que não pode passar porque tem uma porta, um esgoto vai ficar aparecendo no andar de baixo; o construtor resolve em função do problema, no momento. Ele dá voltas com o cano ou faz um forro falso para esconder o esgoto que iria aparecer em baixo. Entretanto se isso tivesse sido previsto, não precisaria de forro falso ou qualquer outra coisa. No papel, teria sido procurada e encontrada a solução mais econômica, para o caso, a mais bonita.

Consulte um construtor experimentado ou alguém que já tenha construído e todos serão unânimes em contar-lhe pequenas calamidades que apareceram. Eu já ouvi diversas vezes, por exemplo: "Quando colocamos as fundações no terreno nós vimos que o quarto ficaria enterrado. Então levantamos as fundações mais cinqüenta centímetros para dar certo. Por isso deu uma escada na entrada e ficou com um porão, etc... Se você calcular quanto mais caro ficou a imprevisão, você verá a vantagem de ter um projeto estudado. O arquiteto teria dado uma disposição diferente nos cômodos de maneira que o tal quarto não ficasse enterrado, sem ter que aumentar as fundações e assim economizaria o dinheiro com o qual se faria pagar.

Se o proprietário não ganhasse nada, ainda teria para si uma solução melhor e um motivo para valorizar seu imóvel. O construtor por exemplo não projetaria as instalações elétricas. Ele chamaria um instalador "prático" e o homem disporia a coisa à sua vontade. Usaria os canos que ele quisesse e os fios que achasse melhores. Bem curioso, não é ? Poucos entendem disso e ninguém iria fiscalizar o homem. Acontece, porém que os fios, quando são fios demais em relação à corrente que transportam, dão muitas perdas, e essas se traduzem em despesa mensal maior de energia para você durante os 50 ou 100 anos de funcionamento do hospital; assim você pagaria 100 vezes um bom projeto de distribuição de eletricidade. Estou apenas repetindo casos cotidianos.

Do funcionamento do hospital ainda mais, o construtor provavelmente não entende e nem terá tempo suficiente para estudar. Ele não é especializado em hospitais porque isto é Brasil e depois não estudam porque não é o seu métier. Ora, assim sendo, ele vai confiar em você. Você conhece hospitais já feitos e em funcionamento, como hospitais, não como construções. Os seus preconceitos, a respeito, o construtor repetirá com o dinheiro de seu bolso. As soluções que, para alguns casos que você viu, são soluções econômicas poderão constituir soluções caríssimas, no seu caso. Rematando, sua casa de saúde não teria o melhor aspecto porque faltou um artista.

Arquitetura, é construção e arte. Arte. Arte não tem livro de regulamento que ensine. Nasce dentro de cada um e desenvolve-se como conjunto de experiências. Procure um homem que possa das à sua casa de saúde, além das características de um hospital eficiente pelo perfeito planejamento das diversas sessões, um valor artístico indiscutível.

O valor artístico é um valor perene, enorme, inestimável. É um valor sem preço e sem desgaste. Pelo contrário, aumenta com os anos à proporção que os homens se educam para reconhecê-lo. O valor artístico subsiste até nas ruínas. Os anos correm e desgastam o material, enquanto valorizam o espiritual.

Com a consciência limpa termino minha proposta. Está em suas mãos a responsabilidade de decidir entre os caminhos. De um lado eu me coloco, não só, mas como representante dos arquitetos brasileiros, defendendo a economia, a ordem e acima de tudo, o futuro. De outro lado, o empirismo, a reação, a imprevisão.

Qualquer solução que você venha a dar não mudará as relações entre nós, nem sua opinião futura sobre o que acabo de escrever. Se o prédio for bom, bem projetado, bem planejado, por um bom arquiteto, você gostará, todos gostarão; se ele não prestar, se custar muito, se não funcionar, ser for feio ou sem personalidade, sem valor artístico, sem plano nenhum, o resultado será o mesmo. Em todos os dois casos você adquirirá experiência e acabará por trabalhar sempre do meu lado e com os meus argumentos. Nós venceremos sempre como eu queria demonstrar.

Pague pois o que eu pedi. É pouco em relação às vantagens futuras. Ou não pague, e as vantagens serão as mesmas, para a sociedade evidentemente, não para você.

Com um abraço afetuoso do amigo certo,

Vilanova Artigas
São Paulo, julho de 1945

Carta retirada do livro Vilanova Artigas Série Arquitetos Brasileiros, paginas 49, 51 e 52

sexta-feira, 22 de maio de 2009

MINHA CASA, MINHA VIDA


Um programa habitacional ambicioso, que pretende construir 1 milhão de casas para famílias com renda de até 10 salários mínimos. Financiamentos subsidiados para aquisição de terreno e construção.
Baixe aqui a cartilha ou nos ligue para obter maiores informações.

sábado, 2 de maio de 2009

PESQUISA INDICA QUE BANHO DE CHUVEIRO ELÉTRICO É MAIS BARATO

O apelo econômico de soluções alternativas para um banho quente pode estar com os dias contados. Uma pesquisa elaborada pelo Cirra (Centro Internacional de Referência em Reúso de Água) apontou o chuveiro elétrico como a opção mais econômica, quando considerados os gastos com energia elétrica ou gás mais a água.A pesquisa deverá ser concluída apenas em janeiro de 2010. Apesar disso, os resultados preliminares dos três primeiros meses demonstram que um banho de oito minutos com chuveiro elétrico custa R$ 0,22 contra R$ 0,35 do sistema solar, R$ 0,58 do aquecimento a gás e R$ 0,78 do aquecedor de acumulação elétrico (boiler). Respectivamente, os usos alternativos são 59%, 164% e 255% mais caros do que com chuveiro elétrico. O estudo recebeu o nome de "Avaliação do consumo de insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico".O estudo leva em consideração custo de água, energia elétrica e gás, custo de cada equipamento utilizado e custo de instalação. Os valores referentes à água, energia elétrica e gás são considerados para São Paulo e não estão inclusos impostos como Pis/Pasep, Cofins, ICMS. Neste estudo também não foram considerados custos de tubos e conexões para água quente e fria e material elétrico utilizado na instalação do sistema experimental. O resultado parcial está baseado nos dados obtidos no primeiro trimestre deste ano, em que houve diversas variações de temperatura.O professor e coordenador do trabalho, Ivanildo Hespanhol, afirma que um dos principais fatores que fazem essa equação penderem para o lado do chuveiro elétrico é o consumo de água. A água perdida no início do banho até se atingir a temperatura ideal no chuveiro elétrico foi registrada como zero. No sistema solar ou boiler elétrico a perda é de 5 litros e no aquecedor a gás, 4,5 litros.Nos primeiros meses da pesquisa, o chuveiro elétrico apresentou um consumo de 4 litros de água por minuto contra 8,7 litros por minuto do solar (consumo 118% maior), 9,1 do sistema a gás (128%) e 8,4 do boiler elétrico (+110%). O sistema híbrido (solar com chuveiro elétrico) apresentou um desempenho semelhante ao chuveiro elétrico, com 4,1 litros por minuto.A medição é realizada em seis pontos de banho instalados no vestiário dos funcionários da USP (Universidade de São Paulo). São dois pontos com chuveiros elétricos, um com aquecedor a gás, um alimentado por sistema solar, um híbrido (solar de baixo custo comchuveiro elétrico) e um boiler. Até janeiro de 2010, os funcionários voluntários divididos em grupos tomarão banhos nos pontos determinados. A cada três meses, os grupos passarão de um ponto para outro.Para Vera Hachich, membro do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), a pesquisa deve ser analisada com cautela. "O estudo ainda não terminou e os profissionais são sérios. Além disso, seria importante analisar todo o ciclo de vida e o custo dos elementos envolvidos, como o de construção de uma hidrelétrica", pondera.Fonte: PINIweb

terça-feira, 18 de novembro de 2008

TENDÊNCIA

Sala de estar, jantar e cozinha - integração total
Canguçu-RS

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Novos números para contato

Em virtude de problemas ocasionados por uma operadora de telefonia celular, fomos obrigados a mudar novamente nosso números de contato. Pedimos a gentileza de que atualizem suas agendas:

(53) 8133.9460 - Arq. Marcela Borges
(53) 8133.9454 - Arq. Cristian Iribarrem

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

LOTEAMENTO SERRA DO SUL


Loteamento residencial na cidade de Canguçu-RS

domingo, 11 de maio de 2008

HOME OFFICE 2

De "quartinho da bagunça" para confortável e útil home-office. Armários para abrigar livros e outros objetos, adaptando-se e escondendo as paredes irregulares. Uso de grandes portas espelhadas ampliam o ambiente.
Projeto: Arq. Marcela Borges

domingo, 20 de abril de 2008

REATIVAÇÃO

Estaremos nos próximos dias organizando material para reativarmos o blog. Em breve, muitas novidades sobre arquitetura, dicas e trabalhos realizados. Aguardem.

sábado, 5 de maio de 2007

HOME-OFFICE EM SACADA

Este home-office se se adequou em um pequeno espaço de um apartamento de 1 quarto.
Projeto: Arq. Marcela Borges

SALA DE ESTAR

Móveis de marcenaria, prateleiras ao lado da lareira executadas em madeira e vidro, permitindo a passagem da luz. Teto em gesso com desenho personalizado.
Projeto e execução: Arq. Marcela Borges

SALA DE JANTAR


Sala de jantar propondo a mistura de estilos. Mesa contemporânea e cristaleira réplica do início do séc. XIX. Teto em gesso com desenho personalizado.
Projeto e execução: Arq. Marcela Borges

DEPENDÊNCIA VIRA HOME-OFFICE

A pouco usada dependência de empregada, vira um organizado e útil home-office com espaçoso armário multiuso.
Projeto e execução: Arq. Marcela Borges

LAVABO


Executado com louças e metais Deca, espelho pivotante e valorizando o uso de MDF tingido.
Projeto e Execução: Arq. Marcela Borges